Oração Comunitária
1. Cântico de entrada
2. Introdução
Continuamos, com alegria e sentido de Igreja, a rezar com o Papa e pela intenção que ele nos propõe para este mês de agosto, que é a “evangelização na cidade”. O Papa afirma: “Rezemos para que, nas grandes cidades, muitas vezes marcadas pelo anonimato e pela solidão, encontremos novas formas de anunciar o Evangelho, descobrindo caminhos criativos para construir comunidade”. Só o Espírito Santo, colaborando e agindo na mente e no coração dos cristãos, especialmente dos agentes da pastoral, poderá ajudar a conseguir bom resultado para esta evangelização. Supliquemos, pois, esta graça, unidos a milhões de cristãos nesta rede mundial de oração.
3. Grandes cidades
Ao falar das grandes cidades, podemos imaginar algumas que têm mais habitantes que Portugal inteiro. Cidades cosmopolitas, onde vivem pessoas de muitas raças e nações, de muitas regiões, de muitas categorias sociais, gente ateia, agnóstica, sem fé amadurecida, sem Deus, talvez misturada no meio de cristãos ou católicos, onde há centros de culto, pequenas comunidades, mas falta a audácia de uma nova evangelização. Trabalho difícil, mas não podemos deixar de rezar por esta intenção e de sermos agentes de evangelização, convictos e convincentes. O Espírito nos iluminará, dará fortaleza, nos inspirará modos diferentes para tempos diferentes.
(Tempo de silêncio para oração pessoal)
4. Cântico
5. Anonimato e solidão
O Papa coloca o dedo na ferida, ao chamar a atenção para a vivência no anonimato e na solidão de tantos milhares de pessoas, que vivem nas grandes cidades. Habitualmente, mesmo ao lado do prédio ou do bairro de gente rica, há bairros pobres, há pessoas sem casa, há gente em solidão, sem amor e sem família. Pessoas do mesmo prédio não se conhecem, não partilham, não se saúdam… E o mesmo ou pior acontece se falarmos de pessoas que vivem na mesma rua ou avenida. Somos uns desconhecidos. Vive-se no anonimato e na solidão. Não há conhecimento pessoal, diálogo, ajuda, visita a doentes e a pessoas solitárias. Impõe-se um modo mais eficaz de evangelização, para que todos se sintam em família, tenham com quem partilhar a sua fé, as suas dificuldades, os seus sofrimentos, a sua vida.
(Tempo de silêncio para oração pessoal)
6. Cântico
7. Novas formas de anunciar o Evangelho
Precisamos todos de ser mais audazes e de pedir ao Espírito a graça de novas formas de anunciar o Evangelho, consoante a idade, a cultura, o modo de agir, de trabalhar daqueles que vivem nas grandes cidades. Descobrir, pela ação da graça, modos adequados ao tempo de hoje, mesmo através da música, da arte, da internet, nos muitos modos que a informática coloca ao nosso dispor. Convívios partilhados por crentes e não crentes, passeios, em que o diálogo gere amizade e comunicação da fé e da evangelização. Debates sobre temas de hoje que interessem a todos podem ser um primeiro passo para, depois, se anunciar o Evangelho. Que o Espírito, mestre interior e sabedoria do alto, inspire a todos o desejo eficaz de anunciar o Evangelho com novas formas.
(Tempo de silêncio para oração pessoal)
8. Cântico
9. Caminhos criativos para construir comunidade
Mais uma vez, só o Espírito, agindo em nós, nos ajudará a ser criativos, a descobrir meios e modos de construir comunidade. Nem sempre é fácil, mesmo entre cristãos e católicos. Quantas pessoas estão na mesma celebração dominical, nas grandes cidades, e não se conhecem, não sabem sequer o nome e quem são, onde moram os outros, que partilham a Palavra e o Pão. Em terras e paróquias pequenas, onde se cresceu juntos, onde se andou na mesma escola, etc., é mais fácil. Nas grandes cidades, torna-se um desafio maior. Mas não podemos cruzar os braços, ficar indiferentes a este assunto. Urge ser audaz e ardoroso, paciente e fiel semeador. Levar este assunto à oração e suplicar a graça de se deixar conduzir pelo Espírito Santo.
(Tempo de silêncio para oração pessoal)
10. Cântico final
Proposta de Dário Pedroso, sj





