A paz que brota na Páscoa

Quinta-feira Santa marca o início do Tríduo Pascal. No meu coração, sinto-me a terminar uma corrida, como o atleta que alcança a meta desejada. Comecei a maratona na Quarta-Feira de Cinzas e mantive-me nela inspirado pelas propostas do ‘Respiro de Silêncio’ sobre a paz. Esta Quaresma foi vivida assim, entre as notícias dos conflitos armados que se foram intensificando e os apelos do Papa Leão XIV para uma paz desarmada e desarmante.

Vivemos tempos desafiantes, marcados por incertezas globais e provações que põe à prova a resiliência da fé. No entanto, o anúncio do Ressuscitado de que «A paz esteja convosco!» lembra-nos que a vida prevalece sempre sobre a morte e que a paz pode nascer entre as ruínas da guerra. Perante os conflitos e as dificuldades que atravessamos, somos convidados a ser artesãos da fraternidade em gestos que mantêm viva a esperança.

Que esta Páscoa traga novo fôlego à nossa oração e nos anime a rezar pelas intenções do Santo Padre, para transformarmos a esperança em gestos concretos de amor que constroem a paz.

Na esperança de que a alegria de Cristo Ressuscitado habite nos nossos corações, desejo aos assinantes das nossas revistas, leitores dos nossos livros, amigos, benfeitores e colaboradores nos nossos projetos digitais uma Santa e Feliz Páscoa!

P. António Sant’Ana, sj

Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração do Papa – Portugal

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