Pelo desarmamento e pela paz

Oração Comunitária

1. Cântico de entrada

 2. Introdução

Num mundo onde há tantas guerras, tantos crimes, tanta violência e tanto ódio que geram morte, derramamento de sangue, destruição de vidas, de culturas, de casas, de hospitais e escolas, precisamos de rezar pela paz. A proposta do Papa para este mês de março diz-nos assim: “rezemos para que as nações avancem em direção a um desarmamento efetivo, especialmente o desarmamento nuclear, e para que os líderes mundiais escolham o caminho do diálogo e da diplomacia em vez da violência”.

3. Governos interessados?

Infelizmente, parece que muitos governos não estão interessados em que as guerras acabem, não estão seriamente interessados no diálogo em favor da paz. Há muitos interesses, quer políticos, quer económicos. Não querem fechar fábricas de armamento, de construção de bombas, de mísseis, de material bélico. A guerra rende muito dinheiro para muita gente, muitos enriquecem à custa da guerra. Daí o desinteresse em acabar com o armamento nuclear e com as guerras. O mal faz a sua história, o ódio não desiste de agir para matar, para ameaçar, para meter medo. Por isso, a primeira grande intenção é pedir a graça de os governantes dos grandes países quererem a paz e dialogarem com abertura e verdade.

(Silêncio orante para oração pessoal)

 4. Cântico de paz

 5. Diálogo efetivo

Temos notícias que há encontros, reuniões, diálogos, mas serão sérios e eficazes? Pelos frutos conhecemos a qualidade das árvores. Haverá diálogos sinceros, com abertura aos outros, com o olhar e o coração no valor da vida, na morte de milhões de pessoas, no sangue derramado? Ou discutem-se projetos de defesa mais eficazes que conduzem a gastos imensos em armamento? Não temos visto os efeitos desses diálogos na diminuição das guerras, das mortes de inocentes, na destruição de vilas e cidades, de hospitais e escolas. Gastam fortunas em armamento, mas milhões de pessoas continuam a morrer à fome, desnutridas, abandonadas, sem terem quem as defenda, quem faça justiça, quem ajude a cessar o sangue derramado. Rezemos, pois, para que haja diálogos efetivos e eficazes, que conduzam à paz.

(Silêncio orante para oração pessoal)

6. Cântico de paz

7. Caminho da diplomacia

Os diplomatas, enviados pelos poderosos, vêm com sentido profundo e desejos intensos da paz, ou a diplomacia está podre, fracassada, sem inteligência e sem coração? Parece que a alma do mundo, o coração do mundo, começando pela diplomacia, está doente. O poder, sobretudo o económico, que conduz ao bélico, está doente e deformado, pois não parece, de verdade, interessado em que haja menos armamento, menos guerras, mais ajudas à vida, aos pobres, aos que passam fome, ao desenvolvimento e progresso económico dos países pobres, ao desenvolvimento da cultura, de projetos para a vida e a saúde, a diminuição de doenças e de sofrimento. Rezemos para que os líderes mundiais optem por uma diplomacia sã, digna, séria, justa, verdadeiramente humana.

(Silêncio orante para oração pessoal)

10. Oração comum

Senhor Jesus, Príncipe da paz, Senhor do universo,
Rei e Senhor de todos os povos e países,
ajuda e inspira os governantes a desejar caminhos de diálogo,
que conduzam à paz duradoura para toda a humanidade.
Que acabem as guerras, a corrida ao armamento,
sobretudo ao nuclear, tão destrutivo e mortal.
Que os governantes e os seus diplomatas
se interessem verdadeiramente, com sinceridade,
pelo diálogo e não pela morte, pela destruição,
pela violência que inunda o mundo de atos criminosos.
Que surja, quanto antes, o desejo sincero pela vida,
pela unidade, pelo progresso de todos os povos,
respeitando as suas culturas, a sua religião, os seus sonhos
de felicidade, de amor, de famílias unidas.
Amém.

11. Cântico final

 

Proposta de P. Dário Pedroso, sj

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