Oração Comunitária
1. Cântico de entrada
2. Introdução
Serão, porventura, muitos milhares ou milhões de crianças, em todo o mundo, que sofrem de doenças incuráveis. Neste mês de fevereiro, somos convidados a rezar, “para que as crianças que sofrem de doenças incuráveis e as suas famílias recebam os cuidados médicos e o apoio necessários, sem nunca perderem a força e a esperança . O apelo do Papa é sempre sobre algo importante a nível mundial, algo que requer a nossa atenção, o nosso interesse, o nosso sentido fraterno, a nossa oração mais intensa e mais universal. Rezemos, em união com Nossa Senhora, Saúde dos enfermos.
3. Dia Mundial do Doente
No dia 11 de fevereiro, celebração de Nossa Senhora de Lurdes, somo convidados a pensar na nossa responsabilidade em apoiar todos os doentes, a rezar por eles e pelas famílias, a tentar insistir com os governos e instituições para que nunca falte aos doentes, qualquer que seja a sua doença, a sua idade, a sua condição social, a sua raça ou cor de pele, os cuidados médicos e o apoio de que precisam. Estar, por exemplo, numas urgências de hospital oito, dez, doze horas ou mais, sem ser assistido, é fonte de maior sofrimento e talvez de agravamento para os doentes. Por vezes, mal instalados e mal alimentados, sem apoio, sem companhia que alente e anime, é algo muito grave. São multidões a viver assim em muitos milhares de hospitais. Urge fazer algo para que estas condições mudem. Rezar para que se faça o necessário, tendo em vista remediar tanta situação que se torna fonte de mais sofrimento.
(Em silêncio rezar por esta intenção)
Rezemos o primeiro mistério
Pai Nosso… Ave, Maria… Glória…
4. Cântico
5. Doentes incuráveis
Os doentes incuráveis merecem ser cuidados e respeitados na sua dignidade. Há que motivar a sociedade para lhes prestar mais atenção. Só porque são incuráveis, não podemos descartar, esquecer, desprezar, não cuidar com solicitude e carinho. Pelo contrário, devido à sua situação e doença, merecem mais atenção. Podemos ser, junto deles e das suas famílias, sementes de esperança, de paz, de conforto. O facto de a doença ser incurável não pode, de modo nenhum, significar desprezo, apressar a morte, não dar apoio. Temos de suscitar à sua volta um ambiente de paz e serenidade, de esperança. Ajudar com uma solicitude fraterna muito grande.
(Em silêncio rezar por esta intenção)
Rezemos o segundo mistério
Pai Nosso… Ave, Maria… Glória…
6. Cântico
7. As famílias destes doentes
A intenção convida-nos a rezar também pelas famílias, pois elas devem sofrer bastante, pela incapacidade de fazer melhor, porventura dominadas pela falta de esperança, tantas vezes sem apoio, sem ajuda, sem uma palavra de conforto, outras vezes sem meios económicos para buscar o melhor para os seus doentes incuráveis. O voluntariado para ajudar as famílias dos doentes incuráveis é algo sumamente importante. Por outro lado, a certa altura da luta e do sofrimento, também elas podem precisar de cuidados médicos ou de ajuda económica. Precisar de quem as acompanhe, ajude a distrair, a descansar, a rezar. Esta solicitude fraterna e amiga pelas famílias dos doentes, sobretudo dos incuráveis, é de grande importância.
(Em silêncio rezar por esta intenção)
Rezemos o terceiro mistério
Pai Nosso… Ave, Maria… Glória…
8. Cântico
9. Médicos e cuidadores
Neste imenso mundo de doentes incuráveis, não podemos esquecer os médicos, os enfermeiros, os auxiliares, os cuidadores, os acompanhantes, os voluntários, todos aqueles que cuidam e tratam destes irmãos ou irmãs com doenças incuráveis. Também eles terão momentos de cansaço, de desânimo, de falta de ajuda e apoio, de necessidade de discernimento, etc. Sejamos uma retaguarda orante que, junto deles, seja presença de luz, de força, de ânimo, de amparo. Sejamos “Simão de Cirene” que ajuda a levar a cruz, sejamos apoio construtivo ao seu trabalho e dedicação.
(Em silêncio rezar por esta intenção)
Rezemos o quarto mistério
Pai Nosso… Ave, Maria… Glória…
10. Cântico
11. Oração em comum
Virgem Maria, Senhora e Mãe, Saúde dos enfermos,
cuida de modo particular dos doentes incuráveis,
que continuam a sofrer a paixão do teu Filho Jesus.
É Jesus que está em cada um desses doentes,
que vive, geme e sofre em cada um deles.
Guarda-os em teu coração de Mãe carinhosa,
fortalece e ajuda as suas famílias,
faz que não lhes faltem nunca os cuidados médicos,
os apoios necessários para viver e assumir a sua dor.
Amém.
Rezemos o quinto mistério
Pai Nosso… Ave, Maria… Glória…
12. Cântico final
Proposta de P. Dário Pedroso, sj




