Paróquia das Marinhas acolhe pela primeira vez uma formação d’O Caminho do Coração

Ao iniciar o caminho da Quaresma, tempo propício ao silêncio, à escuta e à conversão, a Paróquia das Marinhas, em Esposende, acolheu um encontro de formação e reflexão orante do itinerário espiritual “O Caminho do Coração”, da Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP). A iniciativa reuniu cerca de 50 participantes, entre catequistas e membros da comunidade paroquial.

Dia de formação foi conduzido pelo Irmão José Silva, sj, diretor arquidiocesano da RMOP

O encontro foi orientado pelo Irmão José Almeida, sj, diretor arquidiocesano da RMOP, e constituiu uma oportunidade para aprofundar a experiência do amor de Deus e da missão cristã. O dia iniciou-se sob a inspiração das palavras do profeta Isaías — “Eis que gravei a tua imagem na palma das minhas mãos” — convite a reconhecer que cada pessoa tem o seu nome inscrito no Coração do Senhor.

Participantes na formação d’O Caminho do Coração, ministrado na Paróquia das Marinhas

Ao longo da formação, foram propostos vários momentos de reflexão sobre a Conversão, o Perdão, a Palavra, a Oração e a Missão, sempre com a consciência de que o plano de Deus para a humanidade é um desígnio de Amor. A meditação da Palavra ocupou um lugar central, recordando que é no encontro com Cristo, vivo nos Evangelhos, que o discípulo se deixa transformar e habitar pelo Seu Espírito.

“Que bom sermos habitados por Cristo!”

Maria do Sameiro Amorim, catequista e zeladora responsável pelo Centro do Apostolado da Oração (AO) da Paróquia das Marinhas, descreve o encontro como um tempo de profunda alegria e consolação. “À medida que o dia foi avançando, cada um de nós foi descobrindo que, no seu Amor infinito, Deus deseja habitar os nossos corações e fá-lo enviando o Seu Filho Jesus”, explica, sublinhando que “quando saboreamos a Palavra, tornamo-nos discípulos habitados por Cristo”.

Irmão José Silva, sj, e Maria do Sameiro Amorim, catequista e responsável pelo Centro do Apostolado da Oração (AO) da Paróquia das Marinhas

A responsável destaca ainda que não houve lugar para o cansaço, mas antes “uma alegria imensa de, apesar das nossas fragilidades, nos sabermos amados e habitados por Jesus”. Fruto desta experiência, os corações tornaram-se “mais solidários e disponíveis”, com o desejo de viver a Quaresma mais atentos aos outros e mais próximos de Cristo.

Profundamente agradecida pelo serviço da RMOP na sua paróquia, Maria do Sameiro Amorim deixa um reconhecimento sentido por este dia de reflexão orante, vivido como verdadeira graça para a comunidade.

 

Notícia atualizada a 3 de março de 2026 com o testemunho de Maria do Sameiro Amorim.

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