Oração Comunitária
1. Cântico de entrada
2. Introdução
A Igreja, como Mãe, deve ter como preocupação na sua ação pastoral todos os setores, todos os seus filhos, a humanidade inteira. O Papa, neste mês de outubro, quer alargar o nosso horizonte, a nossa missão e oração e propõe que “rezemos para que a pastoral da saúde mental seja integrada em toda a Igreja, ajudando a superar o estigma e a discriminação contra pessoas com doenças mentais”. Neste mês do rosário, com Maria, Mãe da Humanidade e Saúde dos enfermos, unamo-nos ao Papa e rezemos com ele por esta intenção.
3. Pastoral da saúde
A Igreja deve integrar na sua pastoral, quer nas paróquias, quer nos planos diocesanos, ou até nos sectores pastorais das Conferências Episcopais, esta pastoral da saúde mental, tão necessária e tão urgente. São os doentes mais doentes. Os que mais necessitam de atenção, de ajuda, de cuidados. Há, com certeza, muito a fazer, muita ajuda a dar, muito sofrimento a aliviar, quer aos doentes, quer às suas famílias. Daí a exigência, a atenção que toda Igreja deve ter para cuidar da saúde mental. Rezemos à Senhora do Rosário, um mistério por esta intenção, pois aquela que é a Saúde dos enfermos tem de certeza um carinho, uma atenção particular pelos que sofrem de doença mental.
(Momentos de silêncio para oração pessoal)
Pai-nosso… Ave-Maria… Glória…
4. Cântico
5. Superar o estigma
Em quase todo o mundo, os doentes mentais sofrem desprezo, falta de atenção, falta de meios, má compreensão da sua doença. Há um verdadeiro estigma, que leva a colocar de lado, a não ter amor e atenção, a não buscar meios para a doença mental, para os que sofrem dela, para os que cuidam desses doentes, para as famílias que sofrem muito por terem no seu seio algum membro com doença mental. Há que superar este estigma, precisamos de mudar a mentalidade acerca da doença mental, para saber reconhecer que são os doentes mais doentes, os que mais precisam de atenção e de ajuda. Peçamos esta graça através de Nossa Senhora, rezando um mistério.
(Momentos de silêncio para oração pessoal)
Pai-nosso… Ave-Maria… Glória…
6. Cântico
7. Superar a discriminação
Mesmo para alguns doentes, não é fácil aceitar que estão com alguma, maior ou menor, doença que afeta a sua mente, o seu psíquico, a sua mais profunda realidade. Parece que sofrer de algo assim envergonha. E é-se apontado, não se é acolhido, bem tratado. Precisamos de reconhecer que ainda há, em muitos lugares da terra, sobretudo onde há menos formação e cultura, este estigma. Precisamos de ter audácia para lutar contra ele, para esclarecer as pessoas e os próprios doentes, ajudar as famílias, facilitar o tratamento. Ser doente mental não é uma vergonha, não se deve ser desprezado por isso. Como pensa e trata cada um de nós estes doentes, os que sofrem de doença mental? Rezemos a Nossa Senhora do Rosário um mistério por esta intenção.
(Momentos de silêncio para oração pessoal)
Pai-nosso… Ave-Maria… Glória…
8. Cântico
9. Jesus, Bom Samaritano
A Igreja, com a sua ação pastoral, segue o exemplo de Jesus. Ele foi, de verdade, um Bom Samaritano, que curou muitos doentes, que se preocupava com as multidões que lhe traziam pessoas com diversas doenças, entre as quais talvez muitas com doenças mentais. Este Jesus, Bom Pastor e Bom Samaritano, Médico Divino, tem no seu Coração, uma particular predileção pelos que sofrem, hoje e aqui, em todos os lugares da Terra, cristãos ou não. Tem um Coração compadecido, misericordioso, atento a todos, também aos nossos doentes. Tentemos imitá-lo no amor e dedicação aos doentes mentais. Devem ser os seus prediletos, até porque mais sofrem o estigma da doença e a discriminação. Com Maria, Mãe de Jesus, Bom Samaritano, supliquemos para toda a Igreja a graça de saber imitá-lo com os que sofrem de doença mental.
(Momentos de silêncio para oração pessoal)
Pai-nosso… Ave-Maria… Glória…
10. Cântico final
Proposta de Dário Pedroso, sj





