Dia 3 | Sexta-Feira

Meditação diária

Solene Ação Litúrgica da Paixão do Senhor – Ano A / 1.ª Sexta-Feira

No relato da Paixão (São João) percebe-se a firmeza de Jesus relativamente à situação que lhe é dado enfrentar. Aceita as circunstâncias a que o leva a fidelidade àquilo a que o Senhor o chama: «Não hei de beber o cálice que meu Pai me deu?». Está convicto de que deve seguir em frente, já que vive por conta do Pai.

Além disso, Jesus é explícito na apresentação que faz de si perante os que o interrogam: «Sou Rei». Um rei diferente: vem «dar testemunho da verdade». Verdade que está em Jesus. Verdade que é Jesus mesmo. Temos de reconhecer isto. É precisamente aqui que a nossa inteligência tem de chegar.

É que Jesus está bem ligado a Deus. Está em condições de nos oferecer o que o próprio Deus é. Jesus é o servo de Deus que, tendo entregue a sua vida, acaba elevado e exaltado (Isaías). É o «sumo sacerdote que penetrou os Céus», em quem devemos depositar a nossa fé. Dele recebemos a salvação, o «auxílio oportuno» (Hebreus).

Is 52, 13 – 53, 12 / Slm 30 (31), 2 e 6.12-13.15-16.17 e 25 / Heb 4, 14-16; 5, 7-9 / Jo 18, 1 – 19, 42

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