Meditação diária
Dia 20 | Sexta-Feira
Féria depois das Cinzas
O jejum que me agrada não será antes este: […] repartir o teu pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir e não voltar as costas ao teu semelhante? (1.ª Leitura)
O Senhor redefine o jejum que lhe agrada: não um gesto fechado em si mesmo, mas uma vida aberta ao outro. O descentramento e a liberdade para ver além do próprio interesse tornam visível uma fé que se traduz em gestos concretos de atenção, cuidado e justiça. Vivamos o jejum quaresmal como o Senhor o deseja e deixemo-nos tocar por quem encontramos no caminho.
Is 58, 1-9a / Slm 50 (51), 3-6a.18-19 / Mt 9, 14-15





