Pelas crianças com doenças incuráveis

Fevereiro 2026 – Intenção do Papa

Rezemos para que as crianças que sofrem de doenças incuráveis e as suas famílias recebam os cuidados médicos e o apoio necessários, sem nunca perderem a força e a esperança.

ORAÇÃO

Senhor Jesus,
que acolhias os mais pequenos nos teus braços
e os abençoavas com ternura,
hoje apresentamos-te as crianças
que vivem com doenças incuráveis.

Os seus corpos frágeis são sinal da tua presença,
e os seus sorrisos, mesmo no meio da dor,
são testemunho do teu Reino.

Pedimos-te, Senhor, que nunca lhes falte
a atenção médica adequada,
o cuidado humano e próximo,
e o apoio de uma comunidade
que acompanha com amor.

Ampara as suas famílias na esperança,
no meio do cansaço e da incerteza,
e faz delas testemunhas
de uma fé que se fortalece na provação.

Abençoa as mãos de médicos,
enfermeiros e cuidadores, para que o seu trabalho
seja sempre expressão de compaixão ativa.

Que o teu Espírito os ilumine
em cada decisão difícil e lhes conceda
paciência e ternura para servirem com dignidade.

Senhor, ensina-nos a reconhecer o teu rosto
em cada criança que sofre.

Que a sua vulnerabilidade
desperte a nossa compaixão
e nos impulsione a cuidar, acompanhar e amar
com gestos concretos de solidariedade.

Faz de nós uma Igreja que,
animada pelos sentimentos do teu Coração,
e movida pela oração e pelo serviço,
saiba amparar a fragilidade
e que, no meio da dor, seja fonte de consolação,
semente de esperança e anúncio de vida nova.

Ámen.

Este mês rezemos para que as crianças que sofrem de doenças incuráveis e as suas famílias recebam os cuidados médicos e o apoio necessários, sem nunca perderem a força e a esperança.

Noutras ocasiões, já rezamos pelos doentes terminais. No entanto, também há doenças e situações muito graves que, sem levarem à morte, se prolongam no tempo, por serem incuráveis.

Estas circunstâncias são especialmente dramáticas para aqueles que estão a começar a sua vida: as crianças e as suas famílias.

Nestes acontecimentos de tanta dor e sacrifício, seria fatal perder a alegria de viver. Porém, com o apoio essencial dos profissionais de saúde e a força de uma comunidade de fé que acompanha com determinação e solidariedade, os seus caminhos de vida abrem-se a novos horizontes e, muitas vezes, transformam-se em testemunho esperançoso da dignidade e vulnerabilidade da nossa condição humana que todos partilhamos.

A doença de uma criança comove-nos de modo profundo e pede que vivamos com compaixão ativa. Também a oração, quando acompanhada de gestos concretos, pode transformar-nos em instrumentos de consolação e esperança.

O amor e a fé não anulam a dor, mas transformam-na em caminho de redenção e comunhão (cfr. Passo 2, «O Caminho do Coração – Acolher e cuidar a fragilidade»).

Ofereçamos o nosso dia por uma criança doente e não passemos ao lado do sofrimento. Que o nosso olhar, os nossos sentimentos e as nossas palavras sejam de compaixão e respeito por todos os que enfrentam doenças graves.

ATITUDES

Acompanhar com o coração
Oferece o teu dia por uma criança doente: «Senhor, que o que eu viver hoje acompanhe aqueles que sofrem em silêncio».

Cuidar com ternura nas pequenas coisas
Cuida dos que te rodeiam com gestos simples. Escuta. A proximidade é remédio para a alma.

Educar o olhar
Não passes ao lado do sofrimento. Olha com compaixão e fala com respeito daqueles que enfrentam doenças graves.

Colaborar com o que for possível
Junta-te a campanhas de solidariedade ou apoia uma família necessitada com palavras, gestos ou donativos.

Conservar a esperança
Ao terminar o dia, reza: «Senhor, eu descanso. Permanece com quem, esta noite, continua a lutar».

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